sexta-feira, 8 de novembro de 2019

A JUSTIÇA DE DEUS






Imagine a seguinte situação: sua família foi torturada e morta, o assassino foi preso. Ao ir para julgamento, o juiz solta sem qualquer punição o bandido porque esse juiz é muito bondoso e misericordioso. O que seria dito sobre esse juiz? Que está louco, que é injusto! O assassino merece ser castigado porque ele é mau. O juiz foi bondoso e amoroso, mas foi injusto. Do mesmo modo, como Deus pode ser justo e ao mesmo tempo justificar o ímpio? Justificar quer dizer tornar justo.


Deus perdoa nosso pecado e nos torna justos. Quando Ele nos perdoa, todos entendem que Ele é Amor. Mas se Ele é Amor porque perdoa, então Ele não é justo, porque todo pecado merece castigo (Rm 6:23; Ez.18:4-32).



Deus perdoa todos os pecados, mas não inocenta o culpado (Ex 34:6,7 Pv 17:15). Como Deus inocenta e ao mesmo tempo pune? “Deus odeia o que pratica o mal” (Sl 5:5). Por quê? Porque Ele é bom e justo. Se vemos no noticiário que uma criança foi raptada, violentada e depois morta não sentimos revolta contra isso? Não condenamos tal maldade? Queremos justiça!


Como Deus é Amor, Ele trabalha naqueles que são alvo da Sua ira. Por causa do Seu amor, Ele segura sua ira justa para dar tempo ao pecador de se arrepender e receber Seu perdão. Mas onde fica a sua justiça nesse caso? Deus escolheu derramar toda Sua ira sobre Jesus ao invés de derramar sobre nós. Ele matou Jesus ao invés de nos matar. Jesus nos justificou, nos tornou justos quando nos arrependemos de nossos pecados (Isaías 53:5-10).



Pouco antes de ser preso, Jesus ficou muito angustiado ao ponto de suar sangue, mas não por medo do sofrimento que os homens iam lhe causar, e sim porque a ira justa de Deus cairia sobre Ele. A ira pelos pecados de toda a humanidade.


Jesus não pagou para o diabo nos libertar. Jesus pagou para Deus. O sacrifício de Jesus satisfez a exigência de justiça de Deus. E por causa disso é que somos perdoados e podemos conhecer o amor de Deus por nós. Deus tratou Jesus como culpado em nosso lugar e separou-se Dele quando estava na cruz, e aí Jesus clamou: “Deus meu, porque me desamparaste?” (Mc.15:34). Jesus teve que ficar separado do Pai por nossa causa, para nos reconciliar com Ele ao morrer (Rm 8:32). Em Jesus, a justiça de Deus foi feita e, assim, Ele pode nos mostrar Seu amor (Rm 5:8).





Deus mostrou Sua justiça trazendo a morte, mas mostrou Seu amor no fato que não fomos nós que morremos, e sim Jesus. Então, não podemos desvalorizar nem menosprezar o amor e a justiça de Deus. Devemos temer e nos arrepender para sermos perdoados (At 3:19). Deus tira nossa culpa quando nos arrependemos, mas não tira as consequências do pecado que cometemos. Sofreremos o mal que fizermos (Cl 3:25). É a maneira de sermos corrigidos por Deus. (Sl 99:8; Jr 7:9-11; Hb 12:5-13).

quarta-feira, 6 de novembro de 2019

REFLEXÃO - As Três Árvores




A primeira, olhando as estrelas, disse:

- Eu quero ser o baú mais precioso do mundo, cheio de tesouros. Para tal, até me disponho a ser cortada.

A segunda olhou para o riacho e suspirou:
- Eu quero ser um grande navio para transportar reis e rainhas.

A terceira árvore olhou o vale e disse:
- Quero ficar no alto da montanha e crescer tanto que as pessoas, ao olharem para mim, levantem os seus olhos e pensem em Deus.

Muitos anos se passaram e certo dia vieram três lenhadores e cortaram as três árvores, todas ansiosas em serem transformadas naquilo que sonhavam.

Mas os lenhadores não costumavam ouvir e entender sonhos...

Que pena!!!

A primeira árvore acabou sendo transformada num coxo de animais, coberto de feno.


A segunda virou um simples barco de pesca, carregando pessoas e peixes todos os dias.

E a terceira, mesmo sonhando em ficar no alto da montanha, acabou cortada em

grossas vigas e colocada de lado num depósito.




E todas as três se perguntavam desiludidas e tristes:

- Para que isso???

Mas, numa certa noite, cheia de luz e de estrelas onde havia mil melodias no ar, uma jovem colocou seu neném nascido naquele coxo de animais.

E, de repente, a primeira árvore percebeu que continha o maior tesouro do mundo.

A segunda árvore, anos mais tarde, acabou transportando um homem que acabou dormindo no barco. Mas quando a tempestade quase afundou o pequeno barco, o homem levantou-se e disse ao mar revolto: "Acalma-te".

E num relance, a segunda árvore entendeu que estava carregando o Rei dos Céus e da Terra.
Tempos mais tarde, numa sexta-feira, a terceira árvore espantou-se quando suas vigas foram unidas e um homem foi pregado nela, pois fora condenado a morte mesmo sendo inocente.

Logo, sentiu-se horrível e cruel, mas no domingo o mundo vibrou de alegria e a terceira árvores entendeu que nela havia sido pregada um homem para salvação da humanidade, e que as pessoas se lembrariam de Deus e de seu filho Jesus Cristo ao olharem para ela.

As árvores tinham sonhos, mas as suas realizações foram mil vezes melhores e mais sábias do que haviam imaginado.

Portanto, por mais que você não entenda o porque das coisas, ou pareça estar tudo errado, lembre-se que ALGUÉM sabe o que faz.

Autor desconhecido.

Salmo 37.4 - "Deleite-se no Senhor, e ele atenderá aos desejos do seu coração."

DOCE VOZ


terça-feira, 5 de novembro de 2019

O RICO, QUE ERA POBRE!


A Parábola do Rico Insensato nos mostra que o Senhor Jesus não tem problema com os ricos, mas sim com o amor as riquezas. O personagem principal desse texto é um homem rico, que ficou mais rico ainda depois de uma maravilhosa colheita.

O problema é que ele cometeu vários erros fundamentais. É sobre isso que quero estudar com você nesta parábola. Quais os cuidados que devemos tomar ao lidar com os bens terrenos?
  • Não Há Problema!


Muitas pessoas que não conhecem a Bíblia direito, afirmam de maneira enérgica que Deus não tem prazer em que sejamos ricos e que o próprio Jesus confirmou isso. O fato é que isso não é verdade.


O problema está na avareza e no amor ao dinheiro. Quando valorizamos os bens a ponto de ele assumir o lugar de Deus em nossa vida, aí sim, temos um problema. Isso fica muito claro no exemplo do rico insensato (Lucas 12:16).

Contudo, se mantivermos a fé e a generosidade, utilizando nossos recursos para além de cuidar da nossa família, colocá-lo a disposição do Reino de Deus de maneira que o Senhor seja glorificado, então somos bem-aventurados

  • Estou Bem!


Na parábola, Jesus nos apresenta um ser humano com vários problemas: Falta de conhecimento próprio, noção de finitude, egoísmo é incredulidade.



Ao ver a abundante colheita ele a princípio não sabia o que fazer, e quando finalmente decidiu, sua escolha foi fazer mais celeiros para ter mais espaço para guardar (Lucas 12:17-19). Sua satisfação pessoal era olhar e perceber que tinha muito mais do que precisava para viver e que isso lhe dava a segurança de uma vida tranquila.


Por fim, a conversa que ele tem consigo mesmo, mostra que não pensava na morte e tinha certeza de que viveria muito.


A atitude do rico insensato, nos mostra um homem egoísta, pois em nenhum momento em mostrou interesse em compartilhar ou ajudar os necessitados.


Nos mostra também um homem incrédulo. Em nenhum momento ele menciona Deus, ou demostra gratidão pela bênção recebida. Ou seja, uma atitude completamente diferente do Salmista ou de homens como Davi e Abraão que eram gratos ao Senhor e deixavam isso muito claro em suas vidas.

  • Rico Para Deus

A loucura do homem fica evidente em Lucas 12:20,21. Ele pensou apenas em cuidar dos seus bens e não pensou em desenvolver um bom relacionamento com Deus. Este foi o seu grande erro!

Ordenada por Deus, a morte o cercou como um grande exército, derrubou suas muralhas e tomou sua vida. 
Nossa vida é muito frágil. Antes de tudo, precisamos estar entregues ao Senhor, completamente em nossa alma e permitir que Ele controle toda a nossa vida. Dessa forma, nossas decisões e desejos passarão por seus conselhos eternos e teremos uma vida plena e feliz.


Conclusão


O rico da parábola ao ver toda a abundância da sua colheita, pensou apenas em seu bem-estar e não considerou ser grato a Deus e generoso com o próximo. Além disso, ele acreditou que tinha o controle do tempo de sua vida, em suas mãos e tinha certeza que o ser previdente com seus bens lhe garantiria uma vida tranquila.


Contudo, a morte que para ele era inesperada chegou, e o seu fim também.

A conclusão de Jesus é que, devemos nos tornar ricos para com Deus, sobretudo. A riqueza terrena não está completamente em nosso poder, mas o desenvolvimento de uma poderosa intimidade com o Senhor, sim.



Podemos ser ricos e fartos da graça, amor e perdão do nosso Deus. Com isso, a morte não pode mais nos assustar.

ENCONTREI A PAZ


segunda-feira, 4 de novembro de 2019

PROCURA-SE ADORADORES


Mas a hora vem, e agora é, em que os verdadeiros adoradores adorarão o pai em espírito e em verdade, porque o pai procura a tais que assim o adorem. (Jo 4.23)

Por meio da adoração e permanência na presença de Deus, a alegria Divina é liberada naturalmente sobre nossas vidas. A adoração em espírito nos coloca dentro da sala e diante do trono do Cordeiro.
Para adorar a Deus é preciso agradá-lo e para agradá-lo faz-se necessário conhecê-lo, saber quem Ele é. A vontade de Deus é que saibamos quem Ele é. Não é possível imaginar um verdadeiro adorador que esteja fora dessa realidade.


ADORAR EM ESPIRITO, E EM VERDADE

Em Espírito – Porque o espírito é algo mais profundo e sublime do ser humano. E indica o nível em que deve ocorrer a adoração verdadeira. Devemos comparecer diante de Deus com total sinceridade e num espírito dirigida pela vida e atividade do Espírito Santo.


Em verdade - Porque a verdade é uma característica de Deus (Sl 31.5), encarnada em Cristo (Jo 14.6), e algo inseparável do Espírito Santo. Por isso, a adoração deve ser prestada de conformidade com a verdade do pai que se revela no Filho e se revela mediante o Espírito. Aqueles que propõem um tipo de adoração que ignora a verdade e as doutrinas da palavra de Deus desprezam no seu todo o único alicerce da verdadeira adoração. JESUS CRISTO É A VERDADE!!!



OS ANJOS ADORAM
Apocalipse 5.9-13 – Lucas 2.13,14


A adoração é o relacionamento de conhecimento, intimidade e devoção que caracteriza o estilo de vida que o homem tem com o Seu Criador, Salvador e Amigo. A adoração está totalmente ligada ao cristianismo desde a chegada de Jesus até o arrebatamento da Igreja e toda a eternidade.



MARIA, UMA VERDADEIRA ADORADORA
Lucas 10.38-42 / João 12.3

O melhor nível espiritual de alguém não é marcado pelo serviço que faz, mas pela intimidade vívida com o Amado Jesus. A maior intimidade do Rei não é com os trabalhadores dele, mas com os seus filhos e amigos.  “Já não chamo servos...     ... mas chamei-vos amigos”.
Jesus nos convida a adorarmos a Ele, principalmente antes de servi-lo. Jesus está desejoso de encontrar adoradores.


DEUS PROCURA ADORADORES

Ele não procura louvador, existem milhares por todos os cantos. É importante notar que Ele não busca simplesmente a adoração, mas a adoradores. O Senhor busca indivíduos que queiram comprometer-se, consagrarem-se, dispostos a render-Lhe adoração livre e espontaneamente.


Alguém disse certa vez, que nossa adoração a Deus somente será medida pelo grau de conhecimento que tivermos sobre Ele. Não se engane! O conhecimento que Deus quer que você tenha dEle, não é o acúmulo de informações que possa ter obtido através de algumas leituras ou de algo que tenha ouvido, mas algo que seja fruto das experiências vívidas na convivência diária. Portanto é indispensável desenvolver diariamente um relacionamento intimo, amoroso e sempre renovado. É isso que Ele deseja, Ele está à procura de adoradores.

Referências Bibliográficas: Bíblia de Estudo Pentecostal;
Livro Estar em Cristo – Jayro Kaillo

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